Entenda tudo sobre o pedágio Free Flow Imigrantes. Descubra como funciona, onde pagar e evite multas. Leia nosso guia definitivo e viaje tranquilo!
Compartilhe este post:
Free Flow Imigrantes é o sistema de pedágio eletrônico sem cancela implementado pela Ecovias nas Rodovias Imigrantes (SP-160) e Anchieta (SP-150), com início em 1º de julho de 2026. Pórticos no km 33 da Imigrantes e no km 29 da Anchieta substituem as praças físicas e fazem a cobrança automática por leitura de tag ou de placa. A tarifa total de R$ 38,70 fica fracionada em R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida, segundo a ARTESP. Quem usa Tag Sem Parar paga automaticamente em todas as passagens. Quem não tem tag tem até 30 dias para pagar pelo Pedágio Digital ou pelo Siga Fácil SP, sob risco de multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH (CTB art. 209-A).
Resumo completo sobre Free Flow na Imigrantes
Free Flow é o nome técnico do pedágio eletrônico sem cancela, modelo em que o motorista passa por um pórtico sem reduzir a velocidade e a cobrança ocorre automaticamente. No Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), o modelo entra em operação em 1º de julho de 2026, substituindo as praças físicas tradicionais por dois pórticos eletrônicos em pontos estratégicos das duas rodovias. A mudança encerra mais de quatro décadas de cobrança em cabine e marca a entrada de São Paulo na nova norma nacional do pedágio.
Segundo a ARTESP (2026), o SAI adota o Free Flow em 1º de julho de 2026, eliminando as praças físicas e substituindo por pórticos eletrônicos no km 33 da Imigrantes e no km 29 da Anchieta. A medida faz parte do plano de modernização do SAI conduzido pela Ecovias, subsidiária da EcoRodovias, em parceria com a agência reguladora estadual.
Free Flow é o termo adotado pela ANTT como categoria oficial do pedágio em livre passagem no Brasil. O motorista atravessa um pórtico equipado com antenas de radiofrequência e câmeras de leitura óptica, sem parar e sem cancela. O conceito está amparado pela Lei 14.157/2021 e pelo CTB art. 209-A, que define a evasão como infração grave. Glossário rápido: pórtico é a estrutura metálica que abriga os sensores; tag é o dispositivo eletrônico fixado no para-brisa; OCR/ANPR é a tecnologia de reconhecimento automático de placas.
O modelo anterior concentrava a cobrança em uma única praça física na descida da Imigrantes, no km 32. O motorista pagava R$ 38,70 integralmente em uma só passagem. A partir de 1º de julho de 2026, a praça é desativada. A cobrança passa a ocorrer em dois pórticos sem cancela, com R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida. O motorista que ia e voltava no mesmo dia paga o mesmo total de antes, dividido em dois eventos.
A base legal do Free Flow no Brasil é a Lei 14.157/2021, que regula o pedágio em livre passagem. No SAI, a ARTESP é o órgão regulador competente, porque a rodovia é estadual. A ANTT, embora seja referência nacional do conceito, não governa o sistema paulista. O CONTRAN regula as penalidades por evasão em âmbito federal, com aplicação local pelo DETRAN-SP. Esse arranjo regulatório explica por que o motorista encontra fontes oficiais em três esferas quando pesquisa o tema.
A virada faz parte de um plano de modernização do SAI conduzido pela Ecovias em parceria com a ARTESP, com investimento aproximado de R$ 20 milhões por pórtico, segundo dados públicos da concessionária. Os objetivos declarados envolvem fluidez do tráfego em feriados, redução de emissões pela menor frenagem e modernização tecnológica. O movimento acompanha a expansão nacional do sistema, já implementado em Via Dutra, Tamoios, Rio-Santos, Mogi-Bertioga, BR-101, BR-381 e EPR Sul de Minas, entre outras concessões. Mais informações na página oficial do Free Flow no portal gov.br.
Free Flow Imigrantes é o sistema de pedágio eletrônico sem cancela que entra em operação no Sistema Anchieta-Imigrantes em 1º de julho de 2026.
O pórtico Free Flow funciona como um leitor automático que identifica o carro a 80 km/h ou mais, sem cancela e sem cabine. Quando o veículo entra na zona de cobertura, duas tecnologias atuam em paralelo: a antena RFID lê o sinal da tag fixada no para-brisa e a câmera OCR captura a placa em alta resolução. As leituras são cruzadas em milésimos de segundo e a cobrança é gerada na sequência, sem o motorista reduzir a velocidade.
Segundo a Ecovias (2026), os pórticos do Free Flow Imigrantes operam em duas tecnologias complementares: leitura RFID da tag eletrônica e leitura óptica da placa do veículo por OCR/ANPR (Automatic Number Plate Recognition). O carro com Tag Sem Parar é identificado pelo sinal da tag em uma fração de segundo, a cobrança vai direto para a conta vinculada e a confirmação aparece no SuperApp Sem Parar em poucos toques. O carro sem tag é identificado pela leitura da placa, e o débito é gerado em nome do proprietário, com prazo de 30 dias para pagamento.
A antena RFID emite um sinal de radiofrequência que ativa o chip da tag e captura o ID único do dispositivo. A câmera OCR/ANPR registra a placa com resolução suficiente para leitura noturna e em condições climáticas adversas. As duas tecnologias operam de forma redundante: se a tag for lida, a placa serve como backup; se a tag falhar, a placa garante a cobrança. Esse desenho reduz a chance de o veículo atravessar o pórtico sem ser identificado.
Com tag, o sinal RFID é lido na hora, a cobrança entra direto na conta da operadora vinculada (Sem Parar, ConectCar, Veloe, Move Mais ou Taggy) e o motorista recebe a confirmação no aplicativo. Sem tag, a leitura é feita pela placa via OCR, e a cobrança vira débito em aberto no nome do proprietário. O prazo padrão é de 30 dias para regularizar pelo Pedágio Digital, pelo Siga Fácil SP ou pelo canal oficial da Ecovias. A leitura acontece nos dois sentidos do pórtico, em qualquer hora do dia.
O pórtico da Imigrantes (SP-160) fica no km 33, entre a descida da serra e a chegada à Baixada Santista. O pórtico da Anchieta (SP-150) fica no km 29, no sentido capital, em ponto estratégico que captura o tráfego das duas vias. Cada pórtico cobre ambos os sentidos da rodovia, com cobrança fracionada: R$ 19,35 em cada passagem, totalizando R$ 38,70 na ida e volta.
O motorista passa pelo pórtico sem reduzir a velocidade abaixo do limite da via, tipicamente 100 km/h na Imigrantes e 80 km/h na Anchieta na altura do pórtico. Não há sinalização sonora, não há cancela, não há sinal visual da cobrança no momento da passagem. A confirmação chega depois, pelo aplicativo da operadora de tag ou pela consulta de placa nos canais oficiais. Em feriados, o efeito agregado é uma redução clara do tempo total de viagem. A informação de tarifas está na tabela oficial da Ecovias Imigrantes.
Os pórticos do Free Flow ficam no km 33 da Rodovia dos Imigrantes e no km 29 da Rodovia Anchieta.
A tarifa total do Sistema Anchieta-Imigrantes para automóvel em 2026 é R$ 38,70, fracionada em R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida, segundo a ARTESP. O valor agregado é o mesmo que o motorista pagava no modelo anterior, em uma única praça física. A diferença está na distribuição: agora a cobrança ocorre nos dois sentidos da rodovia, em pórticos separados, em vez de uma única praça na descida.
Segundo a ARTESP (2026), a tarifa total do SAI para automóvel é R$ 38,70, fracionada em R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida, o mesmo valor cobrado antes em uma única passagem. A regulação prevê reajuste anual no contrato de concessão, com revisão tipicamente em julho de cada ano. Antes de viagens prolongadas, vale conferir o valor vigente na consulta oficial de tarifas da ARTESP.
Para automóvel, a tarifa é R$ 38,70, dividida em R$ 19,35 em cada pórtico. Caminhões pagam proporcional ao número de eixos: dois eixos pagam o dobro do auto, três eixos pagam o triplo, e assim por diante até as configurações de seis ou sete eixos. Ônibus seguem regra própria de categoria. Motocicletas são isentas pela regra geral da ARTESP para rodovias estaduais de São Paulo. O reajuste anual pode alterar todos esses valores.
A cobrança bidirecional é a mudança mais sentida pelo motorista local que vai ao litoral só na ponta da manhã e volta à tarde. No modelo anterior, esse motorista pagava uma única vez, na descida. Com o Free Flow, a cobrança passa a ocorrer também na subida, no pórtico do km 29 da Anchieta. Mas o valor agregado não cresceu: a tarifa antes paga em um único evento agora se divide em dois. Não há aumento, há redistribuição.
Antes do Free Flow, a Rodovia dos Imigrantes detinha o título de pedágio com a tarifa única mais cara do Brasil, com R$ 38,70 cobrados em uma só passagem. Esse ranking gerava notícia recorrente na imprensa. Com a entrada do Free Flow, o SAI deixa de figurar nessa lista no formato anterior, porque o valor passa a ser fracionado. O deslocamento foi documentado em matérias do G1 e da Tribuna da Baixada Santista em fevereiro e abril de 2026.
Motociclistas são isentos do pedágio no SAI, conforme regra geral da ARTESP para rodovias estaduais paulistas. A isenção vale no modelo anterior das praças e no Free Flow, e cobre Anchieta, Imigrantes, Mogi-Bertioga, Raposo Tavares e demais rodovias sob mesma regulação. Há um risco operacional novo: a câmera OCR pode, em casos raros, registrar a placa da moto e gerar débito indevido. A orientação prática é consultar periodicamente o Pedágio Digital ou o Siga Fácil SP e contestar imediatamente caso apareça cobrança.
A tarifa total de R$ 38,70 passa a ser fracionada: R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida, segundo a ARTESP.
A Tag Sem Parar resolve o Free Flow Imigrantes do jeito mais direto possível: o cliente passa pelo pórtico, a tag é lida em milésimos de segundo e a cobrança vai automaticamente para a conta vinculada. Não há prazo de 30 dias para acompanhar, não há canal manual para acessar, não há risco de esquecer e levar multa. A confirmação aparece no SuperApp Sem Parar em poucos toques, e o cliente segue a viagem sem precisar pensar no pedágio.
A Tag Sem Parar funciona em todos os pórticos de Free Flow do Brasil, Anchieta-Imigrantes, Via Dutra, Tamoios, Rio-Santos e demais sistemas, com cobrança automática em poucos toques no SuperApp Sem Parar. Sem Parar opera em 100% das rodovias pedagiadas do país e em mais de 7.000 pontos urbanos como estacionamentos, postos, drive-thrus, lava-rápidos e condomínios. O motorista que sai da Imigrantes não troca de plataforma para estacionar em Santos, abastecer no caminho ou pagar valet na chegada. Mais contexto histórico do sistema em verbete da Wikipedia sobre o Sistema Anchieta-Imigrantes.
O cliente recebe a Tag Sem Parar e fixa no para-brisa em posição indicada. Ao passar pelos pórticos do km 33 da Imigrantes ou do km 29 da Anchieta, a tag é lida pela antena RFID em uma fração de segundo. A cobrança vai para a conta Sem Parar vinculada, que pode ser cartão de crédito ou débito automático em conta corrente. A confirmação chega no SuperApp Sem Parar com data, hora, pórtico e valor.
A Tag Sem Parar não funciona apenas na Anchieta-Imigrantes. Ela opera em Via Dutra, Tamoios, Rio-Santos, Mogi-Bertioga, Caminhos da Serra Gaúcha, BR-381, EPR Sul de Minas, BR-101, BR-262, BR-364, BR-277, BR-369 e em todas as demais concessões pedagiadas do país. Sem Parar atua em 100% das rodovias com pedágio no Brasil. Para o motorista que viaja por diferentes regiões, o ganho é direto: uma única tag, uma única conta, um único aplicativo.
Além das rodovias, a Tag Sem Parar opera em mais de 7.000 pontos urbanos: estacionamentos de shopping e aeroporto, postos de combustível, drive-thrus de restaurantes, lava-rápidos e vagas em condomínios. O cliente chega no shopping da Baixada Santista, passa pelo estacionamento sem ticket. Abastece no posto sem fila no caixa. Come no drive-thru sem pagar manual. Tudo acontece na mesma tag, na mesma conta, com extrato unificado no SuperApp Sem Parar. É a amplitude de uso que sustenta a tagline da marca, Tudo pro seu carro.
O SuperApp Sem Parar é o centro de controle digital do cliente. Em poucos toques, o motorista consulta extrato completo de passagens em qualquer rodovia, configura alertas de cobrança, gerencia múltiplas tags caso tenha mais de um veículo, paga IPVA, acompanha multas, consulta licenciamento e ativa benefícios do Sem Parar Mais. O Free Flow Imigrantes vira apenas uma linha no extrato, ao lado das passagens em outras rodovias e dos usos urbanos.
Sem Parar é a primeira Identificação Automática Veicular do Brasil, em operação desde 2000, hoje subsidiária da Corpay, holding internacional de soluções de pagamento corporativo. Mais de 20 anos no setor traduzem-se em operação robusta nas concessões, parceria estável com todas as concessionárias do país e cobertura urbana sem paralelo no mercado. Para ativar a solução, Comprar Tag Free Flow.
Quem usa Tag Sem Parar paga o Free Flow Imigrantes automaticamente, sem precisar acessar canal manual a cada passagem.
Sem tag, o motorista tem três canais oficiais para pagar o Free Flow Imigrantes e prazo legal de 30 dias após a passagem pelo pórtico. Os canais são o Pedágio Digital (portal nacional operado em parceria entre Motiva e EcoRodovias), o Siga Fácil SP (portal estadual da Secretaria de Logística e Transportes de São Paulo) e o canal oficial da Ecovias. Os três aceitam consulta gratuita por placa e oferecem pagamento por Pix, cartão de crédito, cartão de débito e boleto. Qualquer outro canal é golpe e deve ser ignorado.
Segundo a Ecovias e o Pedágio Digital (2026), o motorista sem tag tem até 30 dias após a passagem pelo pórtico para pagar a tarifa, com formas aceitas que incluem cartão de crédito, débito, Pix e boleto. Passado o prazo, a passagem em aberto vira infração de evasão de pedágio, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH, conforme o CTB art. 209-A.
O Pedágio Digital é o portal nacional, operado em parceria entre Motiva e EcoRodovias. Aceita consulta gratuita por placa, sem cadastro prévio, e oferece pagamento por cartão de crédito, débito, Pix e boleto. Cobre o SAI, a Via Dutra, a Rio-Santos e outras concessões em diferentes estados. O diferencial é a amplitude: o mesmo portal evita cadastro em múltiplos sistemas.
O Siga Fácil SP é o portal estadual da Secretaria de Logística e Transportes de SP, especializado em pedágios estaduais paulistas. Cobre Anchieta-Imigrantes, Mogi-Bertioga, Raposo Tavares e demais. Aceita consulta por placa e pagamento por Pix, cartão e boleto. Para quem viaja só dentro de São Paulo, costuma ser o canal mais direto.
O canal oficial da Ecovias permite pagamento direto pela concessionária responsável pelas rodovias do grupo, incluindo Imigrantes, Raposo Castello e Noroeste Paulista. Funciona como caminho complementar ao Pedágio Digital, com a mesma estrutura de consulta por placa e pagamento por Pix, cartão e boleto. O acesso é pelo portal freeflow.ecovias.com.br, sempre digitado direto no navegador.
O prazo legal para pagar uma passagem registrada em pórtico Free Flow é de 30 dias a partir da data da passagem. Passado o prazo, o débito em aberto se converte em infração de evasão pelo CTB art. 209-A, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. Em 28 de abril de 2026, a Deliberação CONTRAN 277/2026 suspendeu 3,4 milhões de multas de Free Flow no Brasil, com prazo de regularização sem multa nem pontuação até 16 de novembro de 2026. Motoristas que passaram antes dessa data têm janela aberta.
Os três canais oficiais aceitam Pix instantâneo, cartão de crédito de todas as bandeiras principais, cartão de débito e boleto bancário. O Pix é a forma mais rápida, sem custo adicional, com confirmação imediata. Boleto pode levar de um a dois dias úteis para compensar, o que exige atenção ao prazo de 30 dias. Nenhum dos canais oficiais envia link de pagamento por WhatsApp, SMS ou e-mail sem solicitação prévia do cliente. Mensagens nesse formato são golpe.
Sem tag, o motorista tem 30 dias para pagar pelo Pedágio Digital ou pelo Siga Fácil SP.
A consulta de passagens do Free Flow Imigrantes é gratuita, feita por placa, e mostra todas as passagens registradas no SAI com o status atual de cada uma. O motorista entra no Pedágio Digital ou no Siga Fácil SP, informa a placa do veículo, e o portal retorna a lista completa de passagens com data, hora, pórtico, valor e status (paga, em aberto, vencida ou em contestação). Para quem tem Tag Sem Parar, o caminho é ainda mais direto: o extrato consolidado aparece no SuperApp Sem Parar.
Segundo o Pedágio Digital e a Ecovias (2026), a consulta por placa é gratuita e mostra todas as passagens registradas no SAI, com status de cobrança (paga, em aberto, vencida). O processo todo leva menos de cinco minutos. Para o motorista que viaja com frequência, no entanto, a rotina semanal de consulta vira tempo recorrente. É nesse ponto que a tag automática mostra o valor. Acesse o canal estadual SP no portal oficial Siga Fácil SP.
Para a consulta básica por placa, basta a placa do veículo completa, sem hífen. Não é preciso login, cadastro prévio nem senha. Alguns canais pedem o CPF do proprietário como autenticação adicional para executar pagamento ou contestar cobrança. Para a simples consulta de status, a placa é suficiente.
Acessar o canal digitando o endereço direto no navegador: Pedágio Digital em pedagiodigital.com, Siga Fácil SP em sigafacil.sp.gov.br, canal Ecovias em freeflow.ecovias.com.br. Nunca clicar em link recebido por SMS, WhatsApp ou e-mail, mesmo que pareça oficial. Esse cuidado é a primeira linha de defesa contra golpes.
Com o canal aberto, informar a placa no campo de consulta. O portal retorna a lista de passagens, com data, hora, pórtico (km 33 Imigrantes ou km 29 Anchieta), valor e status. O motorista confere a lista, identifica débitos em aberto ou vencidos e decide quais pagar. Conferir antes do pagamento evita cobrança que não corresponde ao uso real do veículo.
O erro mais frequente é confundir o canal oficial com um site clone. Sinais de alerta: URL com sufixo diferente, layout próximo mas com elementos fora do padrão, ausência do cadeado SSL. Outro erro recorrente é pagar em duplicidade, quando o cliente com tag também paga manualmente sem checar se a cobrança já foi feita. Ignorar passagens antigas cobertas pela suspensão CONTRAN 277/2026 também é comum.
Para o motorista que viaja ao litoral toda semana ou todo mês, a consulta manual acumula horas de rotina ao longo do ano, com risco constante de esquecer o prazo de 30 dias. A Tag Sem Parar elimina essa rotina por completo: cobrança automática, alerta no SuperApp Sem Parar e controle financeiro unificado. Não é só economia de dinheiro, é economia de atenção. Para quem ainda paga manual e quer simplificar, Comprar Tag Free Flow resolve a Anchieta-Imigrantes, todas as outras rodovias do país e os pontos urbanos atendidos pela plataforma.
A consulta por placa nos canais oficiais é gratuita e mostra todas as passagens registradas no Sistema Anchieta-Imigrantes.
A evasão de pedágio é infração grave no Brasil, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH, conforme o CTB art. 209-A. No Free Flow, a evasão se caracteriza quando o motorista passa pelo pórtico e não regulariza a cobrança no prazo de 30 dias em nenhum dos canais oficiais. Em 2026, há uma janela especial: a Deliberação CONTRAN 277/2026 suspendeu 3,4 milhões de multas de Free Flow no Brasil até 16 de novembro de 2026.
Segundo o CTB art. 209-A e o CONTRAN (2026), a multa por evasão de pedágio no Brasil é de R$ 195,23 e 5 pontos na CNH. A Deliberação CONTRAN 277/2026 suspendeu 3,4 milhões dessas multas com prazo de regularização até 16 de novembro de 2026. Quem passou por algum pórtico Free Flow no Brasil antes de 28 de abril de 2026 sem pagar tem janela aberta para regularizar sem multa e sem pontuação. O texto integral está no Planalto, CTB art. 209-A.
O Código de Trânsito Brasileiro, no art. 209-A, classifica a evasão de pedágio como infração grave. A multa é de R$ 195,23 e a pontuação é de 5 pontos na CNH. O acúmulo de pontos por infrações graves pode levar à suspensão do direito de dirigir, com processo conduzido pelo DETRAN do estado. A multa não exclui o débito original, cobrado em paralelo.
Em 28 de abril de 2026, o CONTRAN publicou a Deliberação 277/2026, que suspendeu 3,4 milhões de multas de Free Flow em todo o Brasil. A medida cobre passagens registradas em todos os sistemas em operação até abril de 2026, com prazo até 16 de novembro de 2026. Quem regularizar dentro do prazo não recebe multa e fica em situação regular. É a maior anistia de pedágio já registrada no país.
Há casos em que a multa é indevida e cabe contestação: motorista pagou e foi multado por falha de registro; câmera OCR leu placa errada e gerou cobrança em outro veículo; tag não foi lida e a cobrança duplicou; motociclista isento foi cobrado por engano. A contestação começa pela defesa prévia, com prazo de 30 dias da notificação, pelo DETRAN-SP em paralelo ao SERPRO. Documentação: comprovante de pagamento, registro de tag e número do auto.
Tag não lida (raro): se a cobrança não entrou em 30 dias na conta da operadora, regularizar manualmente via consulta. Leitura duplicada: contestação direta com a Ecovias para devolução. Motociclista cobrado por engano: contestar imediatamente com documento do veículo. Para evitar evasão, há dois caminhos: tag automática (Sem Parar, ConectCar, Veloe, Move Mais, Taggy), com cobrança automática e risco eliminado; ou disciplina manual, com rotina semanal de consulta no Pedágio Digital ou Siga Fácil SP.
A Deliberação CONTRAN 277/2026 suspendeu 3,4 milhões de multas de Free Flow no Brasil, com prazo de regularização até 16 de novembro de 2026.
Desde a expansão do Free Flow no Brasil em 2025, multiplicaram-se relatos de golpes envolvendo sites falsos de pagamento de pedágio. O esquema típico: o golpista envia SMS, WhatsApp ou e-mail dizendo que há passagem pendente e oferece um link, geralmente com pressão de prazo curto. O motorista clica, é direcionado para um site clone, paga via Pix para conta pessoa física e o dinheiro vai para o golpista. A passagem real continua em aberto.
O pagamento do Free Flow Imigrantes só ocorre em três canais oficiais: Pedágio Digital, Siga Fácil SP e canal Ecovias. Qualquer outro link, mensagem ou Pix solicitado é golpe. Esses canais nunca enviam link de pagamento por SMS, WhatsApp ou e-mail sem solicitação prévia, nunca pressionam com prazo curto, nunca pedem Pix para conta pessoa física e nunca solicitam dados como CNH, RG completo ou senha de banco. Para entender o panorama nacional, consultar o alerta oficial de golpes da ANTT.
Cinco sinais identificam um site falso. Primeiro, URL com sufixo estranho, como pedagio-digital-pagamento.com no lugar de pedagiodigital.com. Segundo, pressão de prazo curto (“pague em cinco minutos”). Terceiro, Pix para conta pessoa física em vez de CNPJ. Quarto, pedido de dados desnecessários, como CNH completa, RG ou senha. Quinto, mensagem sem solicitação prévia, em SMS, WhatsApp ou e-mail. A combinação de dois ou mais desses sinais confirma o golpe.
O consumidor que cair em golpe de Pix tem caminho de devolução previsto pelo Banco Central, via Mecanismo Especial de Devolução, o MED. A solicitação é feita pelo aplicativo do banco, com janela de até 80 dias após a transação. O CDC nos artigos 42 e 51 ampara o consumidor em cobranças indevidas. O caminho recomendado é registrar Boletim de Ocorrência na Delegacia Eletrônica de Crimes Cibernéticos e acionar o banco no mesmo dia.
Há cobranças indevidas geradas pelo próprio sistema. Leitura errada de placa, quando o OCR confunde caracteres similares e gera cobrança em outro veículo, é a mais comum. A correção é por contestação direta com a Ecovias. Duplicidade, quando a mesma passagem é cobrada duas vezes, exige pedido de devolução. Fraude, em que uma passagem aparece em pórtico onde o veículo nunca esteve, deve ser denunciada formalmente.
Cinco passos: acessar digitando o domínio no navegador, nunca clicando em link; conferir o cadeado SSL ao lado do endereço; conferir o CNPJ no momento do Pix (deve ser da concessionária ou do Pedágio Digital, nunca CPF); guardar comprovante; em caso de dúvida, ligar para o atendimento oficial da Ecovias antes de finalizar o pagamento.
O pagamento do Free Flow Imigrantes só ocorre em canais oficiais, Pedágio Digital, Siga Fácil SP e canal Ecovias.
O Free Flow não é uma mudança pontual da Ecovias na Anchieta-Imigrantes. É a nova norma do pedágio no Brasil, em expansão acelerada nas principais rodovias do país. Em 2025, a Via Dutra entrou em operação Free Flow no trecho Rio-São Paulo. Em paralelo, Rio-Santos, Tamoios, Mogi-Bertioga, Caminhos da Serra Gaúcha, BR-381 e EPR Sul de Minas também implementaram o sistema. Em 2026, é a vez do SAI. Para 2027, há projetos confirmados em outras concessões federais e estaduais.
Segundo a ANTT (2026), pelo menos 8 sistemas rodoviários no Brasil já operam ou estão em fase de implementação do Free Flow, incluindo Via Dutra (RJ-SP), Rio-Santos (BR-101 RJ-SP), Tamoios (SP-099), Mogi-Bertioga (SP-098), Caminhos da Serra Gaúcha (RS), BR-381 (MG), EPR Sul de Minas (MG) e Anchieta-Imigrantes (SP). O volume de busca pela query “free flow dutra” saltou de 880 buscas por mês em maio de 2025 para 22.200 em janeiro de 2026, quando o sistema entrou em operação na BR-116. O mapa completo está em página oficial do Free Flow da ANTT.
Via Dutra, operada pela Motiva, conecta Rio de Janeiro a São Paulo pela BR-116 e foi um dos primeiros sistemas. Rio-Santos, também da Motiva, liga RJ ao litoral paulista pela BR-101. Tamoios leva da região metropolitana paulista ao Litoral Norte. Mogi-Bertioga, da Ecovias, conecta a Grande SP à Baixada Santista. Caminhos da Serra Gaúcha (RS) e BR-381 EPR Sul de Minas (MG) completam o desenho atual. Anchieta-Imigrantes entra em julho de 2026.
A expansão é viabilizada pela maturação de duas tecnologias. A primeira é o RFID, mais estável e barato na última década, permitindo leitura de tag em alta velocidade. A segunda é o OCR/ANPR aplicado a placas, capaz de operar em condições adversas e à noite. A próxima fronteira é a integração com sistemas urbanos, em que a mesma identificação serve para estacionamento, abastecimento e drive-thru. É o cenário que Sem Parar já entrega em mais de 7.000 pontos.
Para quem viaja por rodovias diferentes, a preparação é simples: ativar uma tag que cubra todo o país hoje e opere em cada nova concessão. A Tag Sem Parar já opera em 100% das rodovias pedagiadas do Brasil, o que significa que cada nova rodovia Free Flow é apenas mais uma passagem no extrato. Com o sistema se expandindo do SAI para novas concessões em 2026 e 2027, plataformas como Sem Parar amarram a jornada inteira, rodovia, estacionamento, abastecimento e manutenção, em uma só conta.
O Free Flow no Brasil cresceu acima de 1.000% em volume de busca nos últimos 12 meses, segundo dados de ferramentas de análise de mercado (2026).
O Free Flow Imigrantes não é só uma virada técnica da Ecovias na descida do litoral paulista. É a entrada do Sistema Anchieta-Imigrantes na nova norma do pedágio no Brasil, em sintonia com a expansão acelerada que já cobre Via Dutra, Tamoios, Rio-Santos, Mogi-Bertioga e várias outras rodovias do país. Para o motorista que viaja regularmente para o litoral, a regra do jogo muda em 1º de julho de 2026: cobrança automática nos dois sentidos, prazo legal de 30 dias para quem opta pelo pagamento manual e risco real de multa de R$ 195,23 mais 5 pontos na CNH para quem não regulariza.
Este artigo cobriu em um só lugar o que a busca por “free flow imigrantes” hoje obriga a fragmentar em quatro pesquisas separadas: a operação real do SAI com pórticos e tarifa fracionada, os três canais oficiais de pagamento e o prazo de 30 dias, a defesa contra multa e contra golpe com a janela aberta pela Deliberação CONTRAN 277/2026 até 16 de novembro de 2026, e a expansão nacional do sistema, que torna o modelo permanente. O motorista que entender essa moldura escolhe o canal certo, evita atrito e atravessa a mudança sem perrengue.
Para passar pelo Free Flow Imigrantes sem precisar pensar em prazo, canal de pagamento ou risco de multa, a forma mais simples é ativar a Tag Sem Parar, que opera em 100% das rodovias pedagiadas do país e em mais de 7.000 pontos urbanos. A mesma tag resolve Anchieta, Imigrantes, Via Dutra, Tamoios, Rio-Santos e o estacionamento do shopping na chegada. Para começar agora, Comprar Tag Free Flow coloca a Anchieta-Imigrantes e o restante do país em uma só conta, com extrato unificado no SuperApp Sem Parar.
Você com mais tempo para o que importa.
#TudoProSeuCarro
Sim. O Free Flow entra em operação no Sistema Anchieta-Imigrantes em 1º de julho de 2026, com pórticos no km 33 da Imigrantes e no km 29 da Anchieta. As praças físicas serão desativadas no mesmo dia. A cobrança passa a ser feita por leitura automática de tag ou de placa, sem cancela.
Com Tag Sem Parar, o pagamento é automático. Sem tag, paga em até 30 dias pelo Pedágio Digital (pedagiodigital.com), pelo Siga Fácil SP (sigafacil.sp.gov.br) ou pelo canal oficial da Ecovias. Aceitos: cartão, Pix e boleto. Esses são os únicos canais oficiais; qualquer outro link recebido por mensagem é golpe.
A tarifa total para carros de passeio é R$ 38,70, fracionada em R$ 19,35 na descida e R$ 19,35 na subida, segundo a ARTESP. Motocicletas são isentas pela regra geral para rodovias estaduais paulistas. Caminhões pagam proporcional ao número de eixos. Os valores oficiais estão no portal da ARTESP e podem ser reajustados anualmente.
Sim. Pix é aceito nos canais oficiais Pedágio Digital, Siga Fácil SP e canal Ecovias, com confirmação instantânea. Importante: o Pix nunca é solicitado por SMS, WhatsApp ou e-mail sem que o cliente tenha entrado no canal por conta própria. Mensagens nesse formato são golpe e o CNPJ informado precisa ser da concessionária, nunca CPF.
Sim, mas a cobrança é automática. O motorista com Tag Sem Parar passa pelo pórtico, a tag é lida pela antena RFID, a cobrança vai para a conta vinculada e a confirmação aparece no SuperApp Sem Parar em poucos toques. Sem prazo de 30 dias, sem risco de multa.
A consulta é gratuita e feita por placa. No Pedágio Digital ou no Siga Fácil SP, o motorista digita a placa e o portal retorna a lista de passagens no SAI, com data, hora, pórtico e status. Quem tem Tag Sem Parar consulta o extrato direto no SuperApp Sem Parar, com histórico unificado de todas as rodovias do país.
Motociclistas são isentos do pedágio no Sistema Anchieta-Imigrantes, conforme regra geral da ARTESP para rodovias estaduais paulistas. A isenção vale no modelo anterior das praças e no Free Flow. Em raros casos, a câmera OCR pode gerar débito indevido. Quando acontecer, contestar imediatamente com a Ecovias apresentando documento do veículo.
Reunir comprovante de pagamento, registro de tag e fotos do veículo. A defesa prévia é apresentada em até 30 dias da notificação, pelo DETRAN-SP em paralelo ao SERPRO. A Deliberação CONTRAN 277/2026 suspendeu 3,4 milhões de multas de Free Flow no Brasil, com prazo até 16 de novembro de 2026. Quem passou antes dessa data tem janela aberta.
Sim. O Free Flow Imigrantes cobre a rota São Paulo-Santos pela Rodovia dos Imigrantes (SP-160) e pela Anchieta (SP-150) a partir de 1º de julho de 2026, com pórticos no km 33 e no km 29. A Rio-Santos (BR-101 RJ-SP) também opera Free Flow, em outro sistema gerido pela Motiva. Para quem faz a rota com frequência, a Tag Sem Parar resolve as duas vias.
Sem Parar é pioneira em Identificação Automática Veicular no Brasil desde 2000 e opera em 100% das rodovias pedagiadas e em mais de 7.000 pontos urbanos. Com a Tag Sem Parar, o motorista paga o Free Flow automaticamente, em poucos toques, sem prazo e sem risco de multa. A mesma tag opera em estacionamentos, postos e drive-thrus. Tudo pro seu carro em uma só conta.
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Veja também