A ANTT reuniu essa informação em um mapa interativo lançado nesta semana, com 55 pórticos de Free Flow, 171 praças de pedágio e 390 bases de atendimento nas concessões federais que a agência acompanha. Basta informar origem e destino para ver, na ordem do trajeto, onde a cobrança acontece sem cancela e qual concessionária responde por cada trecho.
O que o mapa interativo da ANTT reúne
A ferramenta junta em uma tela só o que antes estava espalhado por vários sites. São 171 praças de pedágio convencionais, 55 pórticos de Free Flow e 390 bases de atendimento ao usuário, com indicação da concessionária responsável e o telefone 0800 de cada trecho. Algumas bases oferecem estrutura de apoio, como banheiro e água.
A consulta funciona por trajeto. O motorista informa de onde sai e para onde vai, seleciona a opção de ver o percurso e recebe os pontos organizados na sequência da viagem, já no sentido em que vai rodar. Em vez de descobrir o pórtico de pedágio eletrônico quando ele aparece no para-brisa, dá para saber antes de sair de casa.
Como funciona o pedágio sem cancela nos trechos mapeados
Nos trechos com Free Flow não existe cabine nem cancela. O veículo passa por baixo do pórtico na velocidade da via e a cobrança eletrônica é registrada ali mesmo, por leitura de tag ou da placa. Segundo a ANTT, o pagamento é feito depois, em até 30 dias a partir da passagem.
Esse é o ponto que mais confunde quem está acostumado com praça física. No pedágio sem barreira, a viagem segue, mas a tarifa continua devida. Quem anda com Tag Free Flow instalada resolve isso sem pensar: a passagem é identificada e debitada automaticamente. Quem não tem tag precisa consultar e pagar por conta própria, dentro do prazo.
Onde pagar e como não cair em golpe
A ANTT lembra que os canais oficiais de pagamento de cada concessão estão listados na página da agência dedicada ao Free Flow. Consultar essa lista é a forma mais segura de encontrar orientação confiável e evitar links e cobranças falsas que circulam aproveitando a dúvida do motorista.
De onde vêm os dados
O mapa utiliza dados abertos da ANTT e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, o DNIT, além de informações publicadas nos sites oficiais das concessionárias. As bases consultadas têm datas de referência entre junho e outubro de 2026, e a ANTT informa que o sistema será monitorado e atualizado continuamente.
Por que isso importa para quem pega estrada
A expansão da livre passagem muda o jeito de planejar viagem. Saber de antemão quantos pórticos você vai cruzar ajuda a dimensionar o custo do trajeto, a decidir a rota e, principalmente, a não acumular tarifa esquecida. Planejamento aqui é economia e tranquilidade, não burocracia.
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Perguntas frequentes
Como funciona a consulta de trajetos no mapa da ANTT?
O motorista informa a origem e o destino da viagem para visualizar o percurso planejado. O sistema lista e organiza todas as estruturas de pedágio e bases operacionais na ordem exata em que aparecerão na estrada, considerando o sentido de direção do veículo.
Como funciona a cobrança nos pórticos de pedágio eletrônico mapeados pela ANTT?
O veículo cruza o ponto sob o pórtico sem cancela na velocidade normal da rodovia, sem cabines físicas ou paradas. Sensores e câmeras realizam a leitura automática por meio da tag no para-brisa ou da fotografia da placa. Para condutores sem tag, o pagamento da tarifa avulsa deve ser feito em até 30 dias após a passagem.
Onde consultar os canais oficiais de pagamento para evitar golpes?
A lista de canais autênticos de cada concessão rodoviária federal está disponível diretamente na página da ANTT dedicada ao Free Flow. A agência recomenda utilizar essa página centralizada para acessar os portais oficiais das concessionárias, evitando links fraudulentos e cobranças indevidas na internet.
Quais fontes de dados alimentam a ferramenta interativa da ANTT?
A plataforma utiliza bases de dados abertos da própria ANTT e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), complementadas por informações dos sites das concessionárias. Os registros possuem datas de referência entre junho e outubro de 2026, com previsão de monitoramento e atualização contínuos.
Qual é a diferença prática entre passar pelos pórticos com tag ou sem tag?
Com a tag ativa no para-brisa, o veículo é reconhecido instantaneamente e a tarifa é debitada de forma automática na fatura da operadora contratada. Sem o dispositivo, o condutor precisa identificar qual concessionária opera o trecho, consultar a placa nos canais oficiais e quitar o débito em até 30 dias para evitar autuação de trânsito.


